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Segundo dia do Festival Cultural da Juventude da Pedra foi do Mala assombro do teatro ao forró de Targino Gondim

Foi uma sexta feira treze e tanto a segunda noite do Festival Cultural da Juventude da Pedra. Quem abriu as apresentações no Polo Teatro do Sesc, foi o Teatro de Retalhos, da cidade de  Arcoverde. Com 10 anos de estrada, o grupo apresentou o espetáculo Mala-assombro – Contos do Além Sertão”. A peça é um desdobramento da pesquisa que em 2014 deu origem ao curta-metragem Malassombros – Contos do Além Sertão. Inspirados pelo legado do antropólogo Câmara Cascudo, responsável pelo registro de muitas narrativas da tradição oral brasileira.O Teatro de Retalhos pretendia reunir histórias de mala-assombros (como são chamadas as criaturas etéreas e fantasmagóricas no nordeste) afim de preservar e disseminar os contos que ainda hoje permeiam o imaginário popular no interior de Pernambuco. O resultado disso é um divertido espetáculo que traz quatro histórias coletadas durante a pesquisa, narradas por dois personagens que pretendem homenagear os contadores, que carregam junto com o peso da idade a leveza da ludicidade e são responsáveis pela passagem dessas histórias através das gerações.

Sobre a Peça: Dona Nina adora abrir o terreio de sua casa para contar histórias de mala assombros. E pra isso conta com a ajuda de seu Biu e Zé das Cangas dois vizinhos atrapalhados que tentam ajudar dona Nina a contar histórias e acabam atrapalhando tudo. Os personagens são interpretados pelos atores Djaelton Quirino, Carol Viana e Isabelly Torres.

Em seguida se apresentou o Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, de Serra Talhada. Com 23 anos de existência, o grupo usou a música e textos para contar ao público a história do cangaço.

Já no Polo Multicultural, quem abriu as apresentações foi o Maracatu Nação Pernambuco da cidade do Recife. Surgido em 1989, o grupo apresentou um espetáculo baseado em pesquisas misturando as raízes africanas, a ciranda e o maracatu.

Depois o forró e da boa mpb sanfonada tomaram conta do palco com canções como “Forró das Severinas”, “Funaré”, “Gostoso Demais”, “Cajuína” e “Sete Meninas.

Formado por Monique D’Angelo (sanfona e vocal), Isabelly Moreira (triângulo) e Marília Correia (zabumba) – As Severinas deram um show trazendo ainda ao palco a poesia através de declamações emocionando o público.
Quem encerrou a noite o cantor, compositor e produtor, Targino Gondim, que trouxe ao festival o seu mais novo disco “Simplesmente Assim” passeia por canções autorais e parcerias com nomes como Zeca Baleiro, Carlinhos Brown, Moraes Moreira , além de clássicos de Luiz Gonzaga e Dominguinhos.

Fotos: Amannda Oliveira

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