A empresa de antivírus Kaspersky Lab, com sede em Moscou, entrou com uma ação contra o governo dos Estados Unidos em um tribunal federal norte-americano nesta segunda-feira (18) após a gestão Donald Trump proibir o uso de seu software por agências governamentais.

O processo é o mais recente esforço da Kaspersky Lab para se afastar de alegações de que é vulnerável à influência do governo russo.

Em setembro, o Departamento de Segurança Interna dos EUA deu 90 dias para que agências civis removessem a Kaspersky Lab das suas redes de informática. O pedido ocorreu em meio à crescente preocupação das autoridades norte-americanas sobre se o software permitiria a espionagem russa e ameaçava a segurança nacional do país.

A proibição foi oficiliazada na semana passada, quando o presidente Donald Trump assinou uma legislação que proíbe o uso da Kaspersky Lab em agências civis e militares.

A Kaspersky Lab negou repetidamente que tenha vínculos com qualquer governo e disse que não ajudaria um governo com espionagem cibernética.

“O Departamento de Segurança Interna prejudicou a reputação da Kaspersky Lab e suas operações comerciais sem provas de infrações cometidas pela empresa”, disse o fundador da empresa, Eugene Kaspersky, em uma carta aberta à agência publicada nesta segunda-feira.

O Departamento de Segurança Interna não respondeu a um pedido de comentário.

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