Por que o sub-17 do Fluminense, que decide o Brasileiro a partir desta segunda, é chamado de ‘geração dos sonhos’

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O time sub-17 do Fluminense inicia hoje, às 17h, no Luso-Brasileiro, a decisão do Brasileiro da categoria contra o Athletico. Em jogo, uma taça que coroaria um grupo badalado e que enche Xerém de expectativa em relação ao futuro: a geração dos sonhos.

O apelido faz referência a dois outros times badalados. Um deles é o “dream team” americano, seleção de basquete dos Estados Unidos que reuniu os astros de sua época e conquistou o ouro olímpico em 1992. O outro é a geração de ouro, nome dado à fornada de jogadores de Xerém nascidos em 2001, da qual saíram joias como João Pedro, já vendido ao Watford (ING), e Marcos Paulo.

Em Xerém, o sub-17 atual é considerado ainda mais promissor que o de 2018. Principalmente devido à quantidade de jogadores tratados como destaques: cinco. Todos do meio para a frente.

O volante Metinho, congolês naturalizado brasileiro, é o capitão. Seu bom futebol o fez ser chamado por Tite para treinar na Granja Comary com a seleção principal no mês passado.

O meia Arthur é o talento precoce. Aos 15, já assinou pré-contrato profissional com o Fluminense e foi convocado pela seleção sub-17.

No ataque, o trio Kayky, João Neto e Matheus Martins é responsável por 22 dos 33 gols do time na competição. O primeiro deles, ponta-direita da equipe, é o artilheiro do torneio, com 10 gols.

A segunda partida do confronto será na segunda que vem, dia 24, em Curitiba.